Yusuff Adebayo Adebisi, Chimwemwe Ngoma, Davide Campagna, Antonio Ceriello, Najim Z. Alshahrani, Anoop Misra, Abdul Basit, Cristina Russo, Tadej Battelino, Noel Somasundaram, Muhammad Yazid Jalaludin, Phuong Le Dinh, Yoshifumi Saisho, Magdalena Walicka, Venera Tomaselli, Giulio Cantone, Othmar Moser e Riccardo Polosa.
“Este estudo, baseado em uma grande amostra populacional da Escócia, demonstra que a prevalência de diabetes está mais fortemente associada ao histórico de tabagismo convencional do que ao uso de cigarros eletrônicos. Não foi encontrada evidência de associação independente entre o uso de cigarros eletrônicos e diabetes.”
Autor: Alexandro Lucian
Síntese baseada em pesquisas científicas, dados populacionais e análises acadêmicas sobre a nicotina, seus efeitos e o uso em produtos sem combustão, com foco em informação qualificada e debate público.
Jindřich Vobořil, negociador de alto nível em fóruns da ONU, denuncia exclusões institucionais, assimetrias de poder e impactos sobre a formulação de políticas públicas globais pela OMS.
ONG sem fins lucrativos que representa consumidores, Direta.org reuniu mais de 550 referências científicas sobre Redução dos Danos do Tabagismo.
Um novo relatório revela um contraste chocante: enquanto milhões de pessoas continuam fumando e enfrentando barreiras ao acesso a alternativas mais seguras, altos funcionários da Organização…
Pulmão Pipoca e vaping: o mito ressurge na mídia brasileira sem qualquer base científica. Entenda a origem dessa fake news e o que dizem os estudos.
A regulamentação dos cigarros eletrônicos é essencial para proteger a saúde pública e combater o mercado ilegal no Brasil.
Teresa DeAtley, Abby Baker, Rachel Denlinger-Apte, Adedotun Ogunbajo, Ursula Martinez, Rachel Ceballos, David W Wetter, Don Operario, Trace Kershaw, Kristi E Gamarel, Arjee Restar.
“A grande maioria dos participantes do estudo (93,25%) acreditava incorretamente que a nicotina causa câncer”.
Giusy Rita Maria La Rosa, Riccardo Polosa, Renée O’Leary.
“Os achados sobre a função respiratória foram estatisticamente não significativos em todos os padrões de uso. Com base nas pesquisas atuais, não há evidências de alterações significativas a curto ou médio prazo na função respiratória em qualquer padrão de uso de cigarros eletrônicos.”
Jeffery S. Edmiston, Katy M. Webb, Jingzhu Wang, Douglas Oliveri, Qiwei Liang, Mohamadi Sarkar
Este estudo clínico randomizado de 24 semanas mostrou que fumantes adultos que mudaram para produtos de vapor (cigarros eletrônicos) apresentaram redução significativa em diversos biomarcadores de exposição e potenciais danos, em comparação com aqueles que continuaram fumando cigarros combustíveis. Os dados reforçam o potencial dos produtos de vapor como alternativa menos prejudicial ao tabagismo convencional.