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O Reino Unido reduz o tabagismo diário para 6,6%, aproximando-se da meta de 5%. Dados mostram que mais de 90% dos usuários de vape são fumantes ou ex-fumantes, destacando o papel desses dispositivos na redução de danos e no abandono do cigarro.
Estudo publicado na Internal and Emergency Medicine avalia os sachês de nicotina, destacando seu baixo risco relativo comparado ao cigarro. O autor defende regulação pautada em evidências científicas e controle efetivo de vendas.
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Uma nova pesquisa realizada no Reino Unido revelou um dado preocupante para a saúde pública: quase 20% dos adultos que tentaram parar de usar cigarros eletrônicos (vapes) recorreram aos cigarros convencionais como método de apoio.
É a primeira vez que uma marca de sachês de nicotina recebe esse tipo de autorização em qualquer país. A decisão também alimenta o debate regulatório brasileiro, já que a Anvisa conduz atualmente uma consulta pública sobre produtos de nicotina sem combustão.
Artigo mostra que os adultos norte-americanos estão no meio de uma transição dos cigarros combustíveis para o uso de cigarros eletrônicos, com pouco uso dual. Muitos outros países apresentam transições semelhantes.
Sally Satel analisa as evidências sobre o uso de vapes entre jovens nos EUA e conclui que os dados não sustentam o pânico: o tabagismo caiu, os sabores não são o principal atrativo para adolescentes, e os vapes podem salvar vidas adultas.
Revisão científica mostra que cigarros eletrônicos com nicotina são mais eficazes para parar de fumar do que terapias tradicionais, reforçando o papel da redução de danos nas políticas de saúde pública.
O Reino Unido reduz o tabagismo diário para 6,6%, aproximando-se da meta de 5%. Dados mostram que mais de 90% dos usuários de vape são fumantes ou ex-fumantes, destacando o papel desses dispositivos na redução de danos e no abandono do cigarro.
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma proposta no orçamento de defesa para o ano fiscal de 2027 que pode mudar as estratégias de combate ao tabagismo nas Forças Armadas.
A persistência do mercado ilegal de cigarros eletrônicos no Brasil voltou ao centro do debate macroeconômico, desta vez sob a perspectiva da principal liderança industrial do país.
O Reino Unido aprovou recentemente uma das políticas mais ambiciosas de controle do tabagismo já adotadas no mundo. A nova legislação, conhecida como Tobacco and Vapes Bill, estabelece que qualquer pessoa nascida a partir de 1º de janeiro de 2009 nunca poderá comprar cigarros legalmente.
Proibição do tabaco em prisões de Oklahoma gerou mercado ilegal e violência. Estado passou a permitir vapes e nicotina regulada, mostrando que regular controla melhor do que proibir.
Um artigo do Fundo Monetário Internacional afirma que impostos sobre produtos nocivos devem refletir o grau de dano que causam.
Brasil tinha menos fumantes que a Nova Zelândia em 2011. Hoje tem 11,6% e vê alta. A NZ caiu para 6,8% após adotar redução de danos e regulação de alternativas para o consumo de nicotina com risco reduzido.
PL Nº 2.158 quer tornar crime “transportar” e “armazenar” cigarros eletrônicos, sem distinção de comércio ou uso próprio, ameaçando milhões de consumidores brasileiros.
Tabagismo adolescente é o menor de todos os tempos e o consumo de cigarros eletrônicos continua caindo.
Reino Unido proibirá vapes descartáveis, restringirá sabores e fará mais coisas estúpidas
O governo do Reino Unido decidiu que proibirá os vaporizadores descartáveis e sugere que proibirá os sabores dos vaporizadores. Isto irá desencadear mais tabagismo, mais comércio ilícito e mais soluções alternativas.
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O governo da Suécia apresentou uma oposição formal à Comissão Europeia e ao governo da Polônia contra um projeto de lei polonês que pretende proibir os sabores em sachês de nicotina (nicotine pouches ou snus branco), permitindo apenas o sabor de tabaco.
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Mais pesquisas traduzidas
Melina Joseph, Meghan E Morean, Ran Wu, Suchitra Krishnan-Sarin, Stephanie S O’Malley, Krysten W Bold.
“Analisando o uso e a preferência por sabores de cigarros eletrônicos de acordo com o status de consumo de cigarros mentolados e a duração da abstinência entre adultos nos EUA que usam cigarros eletrônicos em uma tentativa de cessação do tabagismo”
Pasquale Caponnetto, Saul Shiffman, Graziella Chiara Prezzavento, Riccardo Polosa
“Avaliação da versão italiana da Escala de Experiência de Sintomas Respiratórios (IT-RSES) em fumantes e ex-fumantes: um estudo de validação”
Anna Rihs, Anna Schoeni, Tamara Scharf, Julian Jakob, Kali Tal, Isabelle Jacot-Sadowski, Jean-Paul Humair, Anja Frei, Martin Brutsche, Nicolas Rodondi, Reto Auer, Stéphanie Baggio.
“Efeito dos cigarros eletrônicos na cessação do tabagismo sobre sintomas de depressão e ansiedade: Análise secundária de um ensaio clínico randomizado”
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Pesquisa da ASH de 2026 revela que a distorção sobre riscos leva 19% dos britânicos a voltarem ao cigarro convencional em suas tentativas de parar de vapar.
A tentativa de coibir o uso de nicotina por meio do banimento de categorias específicas de produtos está enfrentando uma realidade desconfortável e complexa no continente europeu.
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