Robert West, Jamie Brown e Martin Jarvis
“Os dados do NYTS não apóiam as alegações de uma nova epidemia de dependência de nicotina decorrente do uso de cigarros eletrônicos, nem as preocupações de que o declínio na dependência de tabaco entre jovens possa ser revertido após anos de progresso. Entre os usuários atuais de cigarros eletrônicos que nunca experimentaram produtos de tabaco, as respostas apontaram consistentemente para uma dependência mínima.”
Autor: Alexandro Lucian
Natalie Walker, PhD, Varsha Parag, MSc, Marjolein Verbiest, PhD, George Laking, MBChB, Prof Murray Laugesen, MBChB, Prof Christopher Bullen, MBChB
“A combinação de produtos de nicotina com danos reduzidos, como adesivos de nicotina com um cigarro eletrônico de nicotina, pode levar a uma melhora modesta na cessação do tabagismo, além da obtida com o uso de adesivos mais um cigarro eletrônico sem nicotina (ou apenas adesivos), com nenhuma indicação de qualquer dano sério a curto prazo.”
Criador do Vapor Aqui dá entrevista para o maior portal de tecnologia do Brasil.
Alexandro “Hazard” Lucian, criador do Vapor Aqui, foi um dos convidados como palestrante.
Inglaterra quer que hospitais sejam áreas 100% livres do tabagismo.
Sara Kalkhoran, MD, MAS, Yuchiao Chang, PhD, Nancy A Rigotti, MD
“Neste estudo de coorte longitudinal nacionalmente representativo de fumantes de cigarros adultos nos EUA, o uso diário de cigarro eletrônico, em comparação com o não uso de cigarro eletrônico, foi associado a um aumento de 77% nas chances de abstinência prolongada de fumar nos 2 anos subsequentes. O uso regular de cigarros eletrônicos pode ajudar alguns fumantes a parar de fumar cigarros combustíveis.”
Um grande risco para o mercado brasileiro que não possui regulamentação.
O médico declara que uma regulamentação dos cigarros eletrônicos é urgente e necessária.
Michael T. Fisher, Susan Marie Tan-Torres, Charles L. Gaworski, Ryan A. Black e Mohamadi A. Sarkar
“Fumantes de cigarro tiveram um aumento do risco geral de mortalidade e risco para várias causas de morte específicas de doenças, enquanto os usuários de tabaco sem fumaça (TSF) tiveram consistentemente menores riscos de mortalidade.”
Andrea Villanti, MPH, Ph.D.