O maior projeto jornalístico sobre redução de danos do tabagismo no Brasil
Nicotina não é a mesma coisa que cigarro, e essa confusão pode impedir que milhões de vidas sejam salvas.
Fumar tira mais de 8 milhões de vidas por ano, segundo a OMS, mas já existem alternativas mais seguras para consumir nicotina que podem representar uma verdadeira revolução na saúde pública mundial: vapes, tabaco aquecido, sachês de nicotina e snus.
Esse é o nosso foco: o que a ciência mostra e o que funciona para melhorar a vida das pessoas, fumantes ou não, e diminuir mortes e doenças atreladas ao consumo de cigarros.

Nossa missão
O Vá Por Aqui nasceu em 2015 como um projeto jornalístico independente multiplataforma dedicado a produzir e divulgar informação clara e objetiva sobre redução de danos no consumo de nicotina.
Ao longo desses anos, realizamos inúmeras campanhas e projetos, reunimos mais de 200 artigos e traduzimos mais de 130 estudos científicos internacionais, consolidando o maior acervo em português sobre o tema.
Nosso foco é qualificar o debate público em torno de produtos alternativos para consumo de nicotina com risco reduzido: vapes, tabaco aquecido, sachês de nicotina e snus.
Contextualizamos informações que frequentemente chegam ao público de forma superficial ou alarmista. Priorizamos estudos científicos, experiências regulatórias internacionais e dados relevantes para o público geral, consumidores, profissionais de saúde, comunicadores e formuladores de políticas públicas.
Com linha editorial independente, atuamos como uma plataforma de curadoria de informação baseada em evidências de alta qualidade, guiada pelos princípios éticos do jornalismo responsável e comprometida com a melhoria da vida das pessoas e da saúde pública.
Nossos pilares editoriais
Três princípios guiam cada matéria publicada no Vá Por Aqui.
Ciência antes da opinião
Priorizamos estudos independentes, revisados por pares, dados populacionais e experiências regulatórias reais, traduzindo pesquisa internacional para o público brasileiro com rigor técnico.
Pragmatismo
Nossa régua é o resultado. Avaliamos políticas públicas pelo que efetivamente reduz mortes e doenças, não pelo que soa bem em um discurso.
As pessoas no centro
Informação clara e de fácil acesso para todos, especialmente para quem já consome nicotina, sem paternalismo, sem julgamento e sem sensacionalismo.
Exemplos que funcionam
Acompanhamos de perto as políticas de redução de danos que já mostraram resultado em outros países, para trazer esse parâmetro ao debate brasileiro.
A Suécia é o caso mais citado, mas não o único. Reino Unido, Nova Zelândia e Japão também adotaram estratégias de redução de riscos em vez de proibição, e hoje colhem resultados positivos para a saúde pública de suas populações.
Décadas de política voltada à redução de danos, com snus e, mais recentemente, vapes e sachês de nicotina como alternativa ao cigarro, ajudaram a Suécia a registrar a menor taxa de tabagismo do mundo, e os suecos colhem os frutos na qualidade de vida e na saúde.
Acompanhe o Vá Por Aqui
Conteúdo editorial em sete canais diferentes, cada um com um papel específico.
Nossa principal plataforma de vídeo. Entrevistas, análises aprofundadas e conteúdo educativo sobre redução de danos e ciência.
Inscrever se no canal →Resumos de notícias, cards explicativos e conteúdo didático em formato rápido e objetivo.
Seguir no Instagram →Atualizações curtas e destaques editoriais para quem quer acompanhar o debate em tempo real.
Seguir no X →Atualizações e conteúdos relevantes em tempo real, interação com a comunidade e consumidores.
Entrar no canal →Grupo com centenas de participantes, para tirar dúvidas e trocar experiências sobre redução de danos.
Entrar no grupo →Ciência e redução de danos traduzidas em vídeos curtos e dinâmicos, para um público mais jovem.
Seguir no TikTok →Conteúdo voltado a formuladores de políticas, pesquisadores e profissionais de saúde pública.
Seguir no LinkedIn →Apoie o jornalismo independente
O Vá Por Aqui é financiado por leitores. Se o nosso trabalho importa para você, apoie o projeto e ajude a manter esse jornalismo livre, técnico e independente.